Minha Casa Minha Vida em 2017

Mudanças do programa

O programa Minha Casa Minha Vida tem como principal objetivo auxiliar as pessoas que querem uma casa e não tem dinheiro para fazer esse tipo de financiamento.

E em 2016, o programa do governo federal fez algumas mudanças nas regras para o financiamento que devem continuar em 2017, a mudança aumenta a taxa de juros pagos pelo financiamento pelas famílias de determinadas faixas.

O valor da parcela é bem abaixo do que os demais bancos oferecem em casos de financiamentos e vale a pena pesquisar a modalidade de financiamento melhor.

O simulador da Caixa (https://goo.gl/t0IVML) pode te ajudar a ter sucesso sabendo qual é a melhor faixa de financiamento que você terá acesso. Entre no link e confira por meio da simulação da Caixa como ficariam os valores das parcelas, o valor de entrada e até o que você consegue financiar com o seu salário e renda familiar. Assim é possível fazer um excelente negócio, com um financiamento com juros baixos e um prazo de pagamento vasto.

Mudanças no programa

As principais mudanças no Minha Casa, Minha Vida 2016/2017 são a criação de uma faixa intermediária de renda, entre R$1.800 e R$2.350, e o aumento dos juros cobrados para famílias que recebem a partir de R$ 2.350 por mês.

Essas novas regras serão válidas somente para novos contratos e precisam fazer parte da terceira etapa do Minha Casa Minha Vida. Essa novidade no financiamento ajuda mais beneficiários com faixas diferentes de renda a financiar a casa própria com juros bem mais baixos que as taxas cobradas no mercado.

Renda máxima de financiamento do Minha Casa, Minha Vida sem juros

Os participantes do programa que não pagam juros ao fazer o financiamento (100% de subsídios recebidos pelo governo federal) vão precisar ter renda máxima de R$ 1,8 mil, e não mais os R$ 1,6 mil anteriores, ampliando a quantidade de pessoas atendidas. Essa é a faixa de renda com maior subsídio ofertado por meio do programa.

Valor das parcelas das faixas de rendas mais baixas no Minha Casa, Minha Vida

Se você faz parte de um núcleo familiar que recebe até R$ 800 a parcela do seu financiamento no Minha Casa Minha Vida vai ser de R$ 80. Já para as pessoas que recebem entre R$ 800 e 1,2 mil o pagamento recomendado será de 10% da sua renda.

As famílias participantes do programa com renda entre R$ 1,2 mil a R$ 1,6 mil vão ter percentual de 15% no programa. E para as pessoas com famílias com renda entre R$ 1,6 mil a R$ 1,8, o valor será de 20%.


Novas regras do Minha Casa Minha Vida para faixas Intermediárias

A faixa intermediária do programa que nasceu por meio do governo federal, ficou conhecida como faixa 1,5, vai ter um subsídio de até R$ 45 mil do governo federal. Para ter acesso a esse valor de subsídio o beneficiário precisa possuir uma renda mensal entre R$ 1.800 e R$ 2.350 para se enquadrar nessa categoria e que vai pagar uma taxa de juros de 5% ano pelo imóvel.

Juros mais altos do programa em 2017

Os juros do Minha Casa Minha Vida que serão praticados em 2017 serão, teoricamente, os que são praticados a partir de 2016. Agora, a partir da chamada faixa 2 do programa os juros para famílias com renda de até R$ 2.700 vão ser de 6% anualmente.

As famílias com a renda total de até R$3.600 pagarão 7% de juros. Anteriormente a essas novas regras quem ganhava até R$ 2.455, pagava 5% ao ano. Agora as famílias com renda entre R$ 2.455,01 e R$ 3.275 pagarão 6% ao ano de juros.

Na Faixa 3 do programa, também terá ampliação do juros. Diante das novas regras quem recebe até R$ 6.500 vai pagar juros anuais de 8%. Antes das novas regras eram cobrados até 7,16% de juros ao ano para quem ganha até R$ 5 mil.

Mais algumas mudanças:

  • Os municípios com população inferior a 50 mil habitantes também vão ser atendidos.
  • Mas as construções só serão autorizadas perto de centros urbanos com acesso a escolas, transporte e comércio e que já tenham infraestrutura pronta para morar.
  • Cada empreendimento deve ter no máximo 500 unidades.
  • Tem prioridade para as novas casas quem mora em área de risco, famílias chefiadas por mulheres ou pessoas com deficiência física. E só pode participar quem não tem casa própria.

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